O
crime do Realengo é um desses episódios
que faz arcar a espinha dorsal de qualquer orgulho
patriótico. Não tem como ser indiferente
a ele e aos seus desdobramentos.
Muito já se disse e muito ainda se dirá
sobre suas motivações, responsabilidades
e conseqüências. Doze inocentes vítimas
fatais e um não menos inocente, pois que sua
ação só é compreensível
se o considerarmos vítima de uma insanidade
sem tipificação específica. Talvez
nem mesmo os maiores especialistas da área
consigam um diagnóstico convincente.
De nada adianta isso agora, senão para evitarmos
outras tragédias.
WAGNER PEDRO MENEZES
wagner@meac.com.br
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